Quantidade cresceu 41% em relação ao mesmo período de 2025; emissão da Carteira de Identidade Nacional deve ser agendada
Publicado em 22/07/2026 – 15:21
O Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD), da Polícia Civil de São Paulo, expediu mais de 3,2 milhões de Carteiras de Identidade Nacional (CINs) no primeiro semestre de 2026. O resultado significa um crescimento de 41% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram emitidos 1,9 milhão de documentos.
Para ampliar a segurança e a praticidade para o cidadão, a atual versão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), instituída em fevereiro de 2022 e emitida pelo IIRGD desde janeiro de 2024, conta com QR Code para validação das informações, campo para indicação de sexo, prazo de validade, opção de registro como doador de órgãos e tecidos e a zona de leitura mecânica (MRZ), utilizada para identificação em aeroportos e que permite o uso da CIN como documento de viagem nos países do Mercosul.
A emissão da Carteira de Identidade Nacional deve ser agendada pelo portal de serviços do Governo do Estado. Na plataforma, o cidadão encontra informações sobre a documentação necessária, custos, tipos de atendimento e acesso ao Agenda SP para marcar dia e horário.
Atualmente, a CIN está disponível em formato digital pelo aplicativo gov.br.
Apesar do aumento na procura pela nova identidade, o IIRGD orienta que não há necessidade de substituir o antigo com urgência. O documento no modelo anterior permanece válido até 22 de fevereiro de 2032, permitindo que a troca seja realizada de forma gradual.
O IIRGD promove treinamentos periódicos com os colaboradores que atuam nas unidades do Poupatempo. As capacitações ocorrem por meio de webconferências, que reúnem representantes das 247 unidades do programa, e também de forma presencial, com equipes técnicas deslocadas aos postos que necessitam de suporte.
Durante os encontros, são abordados procedimentos de atendimento, coleta correta das impressões digitais para reduzir a necessidade de recoletas, consulta aos bancos de dados civis e criminais, cadastramento da Carteira de Identidade da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CipTea), além de orientações sobre fluxos operacionais e esclarecimento de dúvidas dos profissionais.